quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não-ser...
Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades:
a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva...
Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos -
Quem somos?
Não saberemos dizer ao certo!!!Agora de uma coisa eu tenho certeza:
sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser...
Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência.
E você... O que pensa disso? Que desafio, hein?"...
Nunca sofra por não ser uma coisa ou por sê-la..."
(Perto do Coração Selvagem - p.55)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sempre Clarice Lispector


É curioso como não sei dizer quem sou.

Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer.

Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.

Clarice Lispector



segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Sonho poema de Clarice Lispector


Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:- E daí? Eu adoro voar!Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

quinta-feira, 8 de outubro de 2009


“Acho que devemos fazer coisa proibida – senão sufocamos. Mas sem sentimento de culpa e sim como aviso de que somos livres.”